Prefeitura divulga levantamento sobre incidência de Aedes aegypti
O LIRAa é realizado anualmente e permite à Secretaria Municipal de Saúde intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, especialmente nas áreas com maior infestação larvária
Divulgação / PBH
A Prefeitura de Belo Horizonte finalizou o Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), que é utilizado para identificar áreas com maior concentração de focos e os tipos de criadouros mais frequentes do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Em 2024, o estudo apontou que 0,6% dos imóveis visitados estavam com larvas do mosquito, o que classifica a capital como área de baixo risco. Pela padronização do Ministério da Saúde, se o resultado for ≥ 4,0%, o risco é considerado alto. De 1,0% a 3,9% o risco é médio. Já se o número for <1,0% o risco é baixo. O LIRAa é realizado anualmente nas nove regionais da cidade e permite à Secretaria Municipal de Saúde intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, especialmente nas áreas com maior infestação larvária. Os dados demonstraram ainda que 86,1% dos focos estão em ambientes domiciliares, o que reforça a necessidade de cuidados e colaboração da população. O levantamento também indica os criadouros predominantes nas áreas:
Confira o resultado do LIRAa por regional:
Regional Resultado Centro-Sul 0.4 Baixo Noroeste 0.4 Baixo Barreiro 0.5 Baixo Norte 0.5 Baixo Oeste 0.6 Baixo Nordeste 0.7 Baixo Venda Nova 0.8 Baixo Leste 0.9 Baixo Pampulha 0.9 Baixo Belo Horizonte 0.6 Baixo
- 42,5% em pratinhos de plantas;
- 13,3% em materiais inservíveis, como latas e plásticos descartados;
- 7,1% em bebedouros de animais;
- 6,9% em tambores e barris para armazenamento de água;
- 6,4 em caixas d’água;
- 5,6% em recipientes domésticos como baldes e vasos.
Confira o resultado do LIRAa por regional:
Regional Resultado Centro-Sul 0.4 Baixo Noroeste 0.4 Baixo Barreiro 0.5 Baixo Norte 0.5 Baixo Oeste 0.6 Baixo Nordeste 0.7 Baixo Venda Nova 0.8 Baixo Leste 0.9 Baixo Pampulha 0.9 Baixo Belo Horizonte 0.6 Baixo