Projeto inclui educação sobre proteção animal nos currículos das escolas brasileiras
Deputado afirma que a conscientização promove valores éticos; a Câmara discute a proposta
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O Projeto de Lei 2746/24 inclui a educação sobre proteção animal como disciplina obrigatória no currículo da educação básica das escolas públicas e particulares do Brasil. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O autor do projeto, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), argumenta que a educação em proteção animal promove valores éticos e de responsabilidade e uma sociedade mais justa. “Trata-se de uma ferramenta poderosa para prevenir maus-tratos e abandono. Quando crianças e jovens compreendem as consequências negativas dessas ações para os animais e a sociedade, eles se inclinam a agir de forma compassiva e responsável”, afirma o parlamentar. O bem-estar animal, lembra ainda Tavares, está diretamente relacionado à saúde pública. “Animais bem cuidados e mantidos em ambientes apropriados ajudam a prevenir zoonoses, que são doenças transmissíveis entre animais e humanos.” Conteúdo programático Pelo texto, o conteúdo programático mínimo da disciplina deverá conter:
O projeto de Marcos Tavares não altera nenhuma legislação existente. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
- direitos dos animais e legislação vigente;
- importância do bem-estar animal;
- práticas de proteção e cuidado com animais domésticos e silvestres;
- impactos do abandono e maus-tratos de animais;
- conservação de espécies ameaçadas;
- ética e responsabilidade no trato com animais; e
- adoção e guarda responsável de animais.
- o estudo da língua portuguesa e da matemática;
- o conhecimento do mundo físico e natural; e
- da realidade social e política, especialmente do Brasil.
- A integralização curricular pode incluir temas transversais.
O projeto de Marcos Tavares não altera nenhuma legislação existente. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.